Sergio Areias - Acupuntura, Quiropraxia e Radiestesia

Doenças Autoimunes

O que são?

São doenças em que o sistema imunológico afeta o organismo do próprio paciente. O sistema imunológico do ser humano produz proteínas chamadas anticorpos que servem para combater microorganismos agressores, nas doenças autoimunes o sistema imunológico, por um erro de interpretação considera um órgão específico ou sistemicamente o corpo todo como um agressor. É como se o paciente ou um órgão específico fosse uma bactéria. Um ponto em comum entre essas doenças é que não há uma causa definida pela medicina ocidental, e consequentemente não há tratamento eficiente que leve a cura. São tratadas com medicamentos imunosupressores que suprimem o sistema imunitário, debilitando nossa capacidade de defesa, associados com corticosteroides que amenizam os sintomas e melhoraram a qualidade de vida dos pacientes, porém sem sucesso efetivo, podendo gerar crises eventuais. Ao diminuir nossas defesas naturais, o uso destes medicamentos expõe os pacientes a outros fatores ambientais causadores de doenças, como virus, fungos e bactérias invasoras. Não são doenças do ponto de vista químico, portanto não podem ser abordadas apenas por este aspecto.

Quais são as doenças

Doença de graves
Tiroidite de Hashimoto
Lúpus
Psoríase
Vitiligo
Esclerodermia
Alopecia
Dermatite de contato
Artrite reumatóide
Doença de Addison
Hepatite autoimune
Poliangeíte microscópica
Vasculite
Cirrose biliar primária
Glomerulonefrite
Anemia perniciosa
Miastenia grave
Diabetes mellitus (Tipo 1)
Esclerose múltipla
Síndrome de Sjögren

Quais as reais causas?

As causas são desconhecidas da medicina ocidental porque logicamente lhe faltam recursos para uma avaliação que integre questões sutís da manifestação humana.

Para compreendermos  as causas que levam o corpo se autoagredir, devemos considerar a doença não como uma entidade isolada e soberana; ela é inter-relacionada com todos os sistemas, com a mente, com as emoções e com o espírito, e não se desenvolve no organismo de forma independente. A doença apenas é um estado de desequilíbrio que nos força a lutar em direção ao equilíbrio. Sem ela, os mecanismos de sobrevivência da nossa própria espécie – como é o caso do nosso sistema imunológico – nunca teriam se desenvolvido. Sem desafios e sem perturbações, não haveria escapadas para novos níveis de riqueza interior.

A barreira que impede a medicina ocidental de entender estes processos é não considerar o ser humano como um ser multidimensional integrado. O entendimento das doenças autoimunes esbarra nos conceitos dos corpos sutis, campos estruturais de bioinformação que permeiam o funcionamento da vida. Existem várias classes de corpos sutis, divididas de forma diferente de acordo com as mais distintas filosofias, culturas e disciplinas de medicina complementar. Adotamos uma forma simplificada de segmentação dos corpos sutis: corpo espiritual, mental, emocional, duplo etérico e finalmente o físico para simplificar seu entendimento.

Nas doenças autoimunes, nossas defesas se articulam para combater agentes externos nocivos para a vida saudável oriundos do meio ambiente, indetectáveis apenas por exames de sangue ou de imagens, gerando uma incompreensão de suas causas por parte dos médicos.

Como por definição somos seres multidimensionais nos diversos campos mostrados no diagrama acima: espiritual, mental, emocional, duplo etérico e finalmente o físico; devemos considerar que um desequilíbrio gerado num campo sutíl gera uma reação nos outros corpos até chegar na matéria física. Há muitas considerações relevantes de análise de causas no que tange as questões emocionais, porém nenhuma que consiga isoladamente resolver o problema. Para encontrarmos uma causa que demarque as respostas de nossas defesas biológicas é preciso ter uma visão ampla de todos os fatores possíveis de desequilíbrios que geram tais reações.

Vamos definir o que pode ser um agressor do sistema como um todo, para depois entender individualmente qual deles o paciente é mais suscetível, listarei abaixo algumas das causas possíveis.

Ambiente: campos eletromagnéticos de baixa frequência, microondas geradas por  radares, celulares e suas antenas, radioatividade natural, radiações solares, desequilíbrios geopáticos no subsolo causados por água em movimento, formas anômalas e os intoxicantes químicos conhecidos.

Emoções: A Neurociência explica que de acordo com o ponto de vista biológico, a emoção é definida como um conjunto de reações químicas e neurais subjacentes à organização de certas respostas comportamentais básicas e necessárias à sobrevivência dos seres humanos.

As emoções costumam ser classificadas em 3 grupos:

1 - emoções primárias: são emoções comuns presentes em todos os indivíduos de nossa espécie, independentemente da interferência de fatores socioculturais. São elas: alegria, tristeza, medo, nojo, raiva e surpresa.

2 - emoções secundárias ou sociais: estas emoções variam amplamente de acordo com a cultura, com a experiência prévia e com a época em que o indivíduo está inserido. São exemplos de emoções secundárias ou sociais a culpa, vergonha, compaixão, orgulho, inveja, gratidão, admiração, espanto, indignação e desprezo, entre outras.

3 - emoções de fundo: estão relacionadas com o bem-estar, mal-estar, com a calma ou tensão. Os estímulos indutores dessas emoções usualmente são os internos, produzidos por processos físicos ou mentais contínuos que levam o organismo a um estado de tensão ou de relaxamento, fadiga ou atividade, ansiedade ou apreensão.

A mistura de sensações vivenciadas no corpo emocional e as vivências armazenadas no corpo mental constituem o binômio de maior expressão no corpo físico denso, interferindo diretamente em seu equilíbrio. Alguns pacientes conseguem associar sua doença com algum evento traumático emocional, seja no campo social ou pessoal, porém nem sempre bem definido, precisando uma análise sutíl mais apurada e de integração com os outros corpos.

Um evento emocional traumático pode ser  *“somatizado” por um indivíduo de maneira muito severa e num outro não causará dano algum, apenas um movimento de adaptação natural.

Como saber o que realmente causou o desequilíbrio?

Usando técnicas de análise nesses campos, a melhor disciplina para este fim é a radiestesia.

*Somatização - O termo originou-se por meio da tradução cientificista em inglês do termo alemão Organsprache ("fala dos órgãos"), criado por Wilhelm Stekel (1868-1940)no início do Século XX. Este termo representava tanto a manifestação física com lesões orgânicas quanto sintomas físicos sem explicação médica, desde que gerados por conflitos psicológicos inconscientes.

Desequilibrios espirituais: nesse campo devemos ter o cuidado de respeitar as crenças individuais, porém o que vemos na prática é que existe pouco conhecimento dos efeitos físicos gerados pelos problemas deste corpo sutil.

Tive oportunidade de tratar pessoas extremamente religiosas com problemas espirituais e até ateus, com resultados evidentes.

Outro grande problema nesse campo é a pouca ou inexistente atividade espiritual, a vida moderna estressante e exigente tem afastado as pessoas de práticas meditativas espirituais saudáveis.

Quais os tratamentos disponíveis?

 Tal qual os chineses que para desenvolverem os conceitos de sua medicina milenar, observaram a natureza, faço uma analogia semelhante: quando vemos um lago onde estão depositados detritos e sujeiras, e sua agua esta estagnada e densa, para fazê-la circular voce pode usar de algum artifício mecânico como uma vara, mas isto não irá melhorar a qualidade da água, que precisará de uma limpeza, tirando toda a sujeira o lago fica menos denso tornando mais fluido, facilitando assim sua circulação.

Desintoxicar em todos os graus de adensamento dos corpos sutis é fundamental, limpando pensamentos, emoções, aderências espirituais, e as toxinas químicas e biológicas. Num sistema limpo, tudo fica mais fácil, depois devemos nutrir com novas informações para que o sistema não volte aos desequilíbrios originais.

Para isso usamos técnicas de análise, Radiestesia e Radiônica e técnicas de tratamento, acupuntura, homeopatia, quiropraxia, magnetoterapia e Fitoterapia Chinesa. Entender porque a pessoa adoeceu é a chave para encontrar o caminho da melhora definitiva.

Caso Clínico:

Em minha experiência clínica, pude obter resultados fantásticos com esta abordagem. Um deles é o caso de uma paciente, Ana R.C, de 40 anos, que apresentava várias lesões no corpo com psoríase. Esta paciente já havia tentado se curar com os mais variados tratamentos oferecidos pela medicina tradicional, porém todos os caminhos haviam sido em vão.

Ela trabalhava há 14 anos como secretária em um escritório de advocacia e era muito infeliz em sua função. Seu chefe era muito estressado e bravo, e o ambiente de trabalho era extremamente cansativo. Com problemas no trabalho, sua vida pessoal também era prejudicada, pois não tinha vontade de se relacionar com outras pessoas, de se divertir; ela não conseguia de fato ser feliz. As manchas em seu corpo faziam com que ela se sentisse envergonhada e evitasse diversas situações em que pudesse ficar exposta.

No entanto, após três meses de tratamento as manchas sumiram por completo. E, mais do que uma cura física, o efeito mais fundamental foi a mudança em sua consciência proposta pelo tratamento. A paciente começou a ter forças para lutar por sua felicidade: ela pediu a demissão do emprego, começou a fazer exercícios, se alimentar melhor, cuidar da saúde, se divertir, namorar e tomar banho de sol. Além disso, com o dinheiro da demissão comprou uma perua escolar e passou a trabalhar com crianças, e todos seus problemas sumiram com a nova postura.

Este caso clínico prova exatamente que, quando você trabalha diretamente na causa dos problemas, esta mudança imposta persiste em sua vida e a modifica por completo. No caso da paciente, houve uma mudança na razão emocional pelo qual ela se autoagredia e as vivencias que ancoravam essas mudanças. Não havendo mais esta autoagressão e modificando a maneira como ela enxergava o mundo e a si mesma, a doença foi eliminada.

O que normalmente vemos nos tratamentos ocidentais para as causas sutis é que acabam gerando muitos outros sintomas, que na prática não estão relacionados com a especialidade do primeiro sintoma. Quando tomamos um analgésico para uma dor de cabeça e após algumas horas sentirmos uma dor no abdome, deixaremos o especialista da cabeça e procuraremos o especialista gástrico, para uma mesma causa desconhecida, um caminho frustrante e desgastante.